Arquivo da categoria ‘pensamentos soltos’

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deu.

13 Maio 2009

Eu cansei.
Não quero mais brincar assim. Deu.
Eu não quero mais falar que tá tudo bem. Não tá tudo bem. Nem estava mais da metade das vezes que eu disse que estava. Eu só falei pra não deixar existir a possibilidade de você se sentir mal.
Eu não queria falar com ninguém aquela hora, eu queria um abraço. O teu abraço pra ser mais precisa. Tuas palavras eu estava tendo momentos antes. Eu queria tua presença.
Eu também não quero mais brincar de gente grande, de responder por todos meus atos. Eu quero cafuné, festinha na barriga. Eu quero a tua voz junto do teu braço, no teu abraço.
E eu nunca quis te cobrar satisfações ou justificativas. Eu queria a tua cumplicidade.

Mas deixa pra lá. Agora eu não quero mais nada.

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A presença da ausência

12 Dezembro 2008

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Logo o céu vai clarear, a sandália que fica no chão, com cada pé de um lado. O olho borrado, anunciado pelo espelho, é só o resultado de uma noite não dormida, talvez aproveitada. Talvez se… ou então se…
A certeza ficou sabe-se lá em qual garrafa, agora vazia. A alegria procurada nelas não apareceu. É hora de ir para a cama. De não pensar, muito menos de lembrar. Cada vez mais se faz presente, e não é agradável.
Os olhos se fecham, mas os ouvidos continuam atentos a todos ruídos, que já não existem mais. Aquela frase. Essa frase. Ela não pára de se repetir, e novamente, e denovo, mais uma vez.
Agora era a hora do abraço, do afago, das palavras trocadas que agora são substituídas pela presença.

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Vai um café?

8 Dezembro 2008

Ao olhar pela janela, com as pernas cruzadas, em cima do sofá, uma caneca cheia de café dentro do jeitinho que gosto.
É estranho. Mas é bom. Não sei quanto bom, mas é bom. Gosto de café quentinho.
É doce e quentinho. Gosto disso.
Na verdade não gosto tanto e nem tá tudo muito bem. Mas assim é mais fácil, ninguém pergunta, ninguém indaga e ninguém questiona nada.
Assim você não sabe que eu odeio isso e ainda aquele outro. Que isso é o que mais me incomoda e que eu não sei.
É diferente, mas é normal e não é novo.
E eu não estou falando mais do café.

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Chuva

20 Novembro 2008

chuuva

eu pensei algumas formas de começar a explicar isso. melhor falando, tentando explicar. acontece que toda vez que eu começo, aparece um bolo na garganta, meus olhos de enchem de lágrimas e o coração aperta. uma mistura de desespero, saudade e indiferença se instala aqui. eu tô tentando parecer forte, mas sabe? tá dificil…

eu to com medo. eu tô morrendo de medo.

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as palavras…

4 Novembro 2008

O pior de tudo foi quando virou dor física. A dor sentida se tornou dor física. E eu não aguentei por muito tempo…

“As palavras comovem, mas os exemplos arrastam.”

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Palavras ao vento

7 Outubro 2008

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Não é porque…

1 Outubro 2008

Não tenho dúvidas que com você daria certo.

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se você…

23 Setembro 2008

“… quiser ser meu namoradinho
E me der o seu carinho sem ter fim
Pra você eu digo sim”

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22 Setembro 2008

“É dificil não gostar de um homem que não somente nota as cores, mas fala delas.” A Menina que Roubava Livros – Markus Zusak

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Hoje?

8 Setembro 2008

o que te faz feliz? Quais são seus planos? O que você tá fazendo para que estes acontecam? Você sonha? Quais são seus sonhos? Quanto tempo falta no teu relógio? Você tá com pressa? Você me espera? Podes me encaixar no teu tempo? Você já sorriu hoje? Você lembra de mim? Existe frequência nisto? Você tem tempo, hoje, para me dar um abraço? Você se adaptaria a minha falta de tempo, com tempo para tudo?

Você tem, assim, 5 minutos, hoje, pra me por pra dormir?
É que eu to achando o mundo tão feio hoje…