
a forma de ver o todo
21 maio 2010Tem hora que é inevitável, incontrolável e sempre gera um suspiro em seguida. São memórias de dias, fatos que eu não tenho vontade de me desligar. Foram coisas tão boas para mim, que hoje, eu queria ainda viver. Talvez tenham sido apenas as minhas impressões quanto a este fato. Talvez tenham sido só a minha forma de ver o todo.
Eu sinto falta. Sinto falta de ouvir “não te policia.” ou ainda “morro de orgulho de você sabia?”. “to te sequestrando”. “vamos nos ver?”. “que linda tu tá”.
Eu sinto falta das conversas, da tua presença e até do teu pé gelado.
Eu sinto a sua falta.